ENTREVISTA COM O VAMPIRO

sem o vampiro.

Na nossa 2ª edição, nós da 222 Magazine, entrevistamos Bruna Virgínia. Através de nossas perguntas, nossa entrevistada conta abertamente sobre sua experiência de como é conviver com um homem de tendências imprevisíveis e como tudo começou.222M: Bruna, como vocês se conheceram?
B: Bom, eu não sei dizer exatamente como as coisas aconteceram porque tem vários possíveis começos pra história. Eu, na verdade, o vi primeiro provavelmente porque me sentia extremamente interessada pelo jeito introvertido(?) dele, me chamava muita atenção a forma como ele lidava com as coisas externas naquele limbo que não vou revelar o nome, mas nunca tivemos um contato para uma possível amizade naquele ano. Eu tentei contato algumas vezes, sendo bem direta em algumas delas para que nos aproximassemos, chegando até a usar um meme de fauselena com ele. Lembro de mesmo não sendo amiga, ter um grande carinho por ele com apenas poucos contatos, tanto que fiquei muito feliz quando recebi um presentinho de natal secreto dele. Boba! Aí depois eu não sei como aconteceu, mas a gente teve contato um com o outro, marcamos de ver velozes e furiosos 4(?), eu acho, e depois disso eu indiquei a atual serie favorita dele, daí foi só pra frente né... ou pra trás, depende do ponto de vista.
222M: E como foi a primeira vez que se viram?
B: Pessoalmente isso ainda não aconteceu, mas espero que em breve, aí poderei dar muitos insights de como ele me comeu gostoso (risadas). Mas sério, eu quero muito poder vê-lo pessoalmente um dia... mas não me lembro de como foi quando vi uma foto pela primeira vez, provavelmente ele ainda parecia um personagem de desenho e devo ter feito esse comentário com alguém.
222M: E o primeiro eu te amo?
B: Hmm, aí eu não faço ideia MESMO. Foi ele quem disse, provavelmente, eu tenho um pouco de dificuldade com as palavras em si, então... Mas eu lembro muito bem de mandar uma música pra deixar subentendido, eu sempre tento fazer ele falar as coisas porque sinto que ele quer e não consegue igual na primeira vez da foto.
222M: Como é a relação de vocês no dia a dia com a distância?
B: Caras, no geral, consigo lidar bem, acho que me conforto com a ideia de que uma hora vai acontecer, então não precisa de tanto alarde. Tem o fator de eu gostar muito de passar tempo com as pessoas, aí eu queria essa oportunidade de sei lá pegar um cinema, sabe? mas ta tudo bem, a gente é muito amigo e consegue conversar sobre essas coisas tranquilamente, sobre qualquer coisa na verdade, acho que a linha da amizade também é um dos motivos do equilíbrio.
222M: Vocês tem alguns amigos em comum, né? E como isso fica?
B: [silêncio ensurdecedor]...
222M: Torta de climão! Qual foi o melhor conteúdo que vocês assistiram juntos?
B: Eu sou um pouco suspeita a falar porque fujo um pouco da imparcialidade, mas considero velozes e furiosos o melhor porque tenho a sensação de que a gente não sabia nada um do outro e estávamos aproveitando (ao menos eu) aquilo como se fosse um dia único, mas eu gostei muito de assistir Dexter com ele porque ficamos bem imersivos na história juntos, mesmo que ele ficasse o tempo todo falando do Brian Moser e etc...
222M: Nos conte algo que você sabe sobre o Luis.
_B: O Luis? Ele tem o poder de explodir a cabeça das pessoas. Ele é um tomador de risco mental que é capaz de canalizar criativamente o desconhecido, jogando o pensamento racional pela janela, o tempo todo. Em vez de temer o irracional, ele abraçá e leva sua ideia e humor ao extremo. Ele tem uma natureza sarcástica, irreverente e pode gostar de provocar as pessoas, e posso dizer com prioridade que muito e em muitos sentidos. Mas quando ele ta em dias ruins, lutando, ele pode ter medo dos próprios pensamentos. Quando a cabeça dele não consegue entender tudo, ele fica obsessivo e incapaz de parar de pensar. Se ele não consegue atingir um estado de clareza, ele pode intencionalmente criar ou buscar situações caóticas, como se tentasse preencher o vazio, mesmo que as vezes nem seja exatamente isso que ele sinta. Ele também de desligar sempre que se sentir sobrecarregado ou perdido. Ele é intenso e emocionante.